Traçado a vermelho - Linha Vermelha do Metro.
Traçado a verde escuro - Linha Verde do Metro.
Traçado a amarelo - Linha Amarela do Metro.
Traçado a amarelo pontilhado - Prolongamento projectado da Linha Amarela do Metro em direcção à Maia.
Traçado a branco - Linha Senhora da Hora - São Mamede - HSJ (em túnel) sugerida pela FEUP.
Traçado a verde claro - Linha de Leixões.
No
JN do passado dia 11 de Dezembro de 2007, abordou-se um estudo que a
FEUP apresentou no dia seguinte e que continha um conjunto de sugestões para a segunda fase da rede de metro. Essas sugestões confirmam uma linha que há tempos atrás já tinha sido avançada por responsáveis do Partido Socialista. É uma linha em túnel da Senhora da Hora ao Hospital de S. João via São Mamede Infesta (o traçado branco na imagem). A mim essa linha parece-me redundante, um desperdício de recursos e uma duplicação desnecessária de infraestruturas. Devia-se antes estar a pensar na reintrodução do serviço de passageiros na Linha de Leixões (traçado verde claro) que, como podem observar na imagem, se cruza várias vezes com a rede de metro. Esta linha, que liga de modo contínuo a Estação de S. Bento a Matosinhos, reabilitada para o serviço de passageiros e a funcionar em intermodalidade com o Metro, tornaria desnecessária a construção da nova linha sugerida. Em vez de se gastar vários milhões numa nova linha em túnel seria mais racional reaproveitar o que já existe.
Pelo que se também lê no citado jornal, o estudo insiste na Linha da Boavista, embora aqui abra espaço para o canal Campo Alegre. A persistir a solução Boavista, em conjunto com a nova Linha Sª da Hora - HSJ, parece-me um estudo com sugestões salomónicas: uma Linha para os autarcas do PS (Sª da Hora - HSJ) , outra para o doutor Rui Rio (Linha da Boavista). Ficamos todos satisfeitos!
A proposta da linha circular interna é excelente e deverá ser forçosamente para levar para a frente. Adivinham-se muitas batalhas até isso ser conseguido.
António Alves
Do Porto e Gaia até Freixo de Espada-à-Cinta e Figueira de Castelo Rodrigo, são 28 os municípios que constituem a Comissão de Revitalização da Linha do Douro.Ontem, 9 de Novembro de 2007, e 120 anos depois de o comboio vencer o rio, promoveu esta Comissão um encontro de vontades e intenções em Barca d'Alva.
Duas décadas após a suspensão do tráfego ferroviário entre o Pocinho e Barca d'Alva, a Comissão de Revitalização da Linha do Douro promoveu uma Convenção em Barca d'Alva que, acto notável, teve o mérito de congregar diferentes sensibilidades políticas em torno do Caminho de Ferro.
O acontecimento, aberto ao público, constituiu o primeiro passo trans-municipal que, a uma só voz, advoga a reabertura dos últimos 28 km da Linha do Douro em território português.
A Comissão expõe os seus argumentos na LINHADODOURO onde todos os cidadãos são convidados a subscrever a petição pela revitalização da Linha.
Parabéns a todos aqueles que, em grande número, se congregaram ontem em Barca d'Alva a favor do caminho de ferro.
Dario Silva.
Etiquetas: Douro Espanha

Chegava o Comboio, personificando a coragem de uns, o arrojo de outros e a esperança de muitos.
Foi há 120 anos e hoje, em Barca d'Alva, discute-se o futuro, personificado n'um Comboio.
Dario Silva, outrora passageiro embarcado em Barca d'Alva.
Herlander Eleutério da Silva tem 80 anos e publica agora o seu primeiro livro;
"O Couto Mineiro do Lena" fala (também) de um pequeno caminho de ferro mineiro que existiu algures num Portugal distante e longíquo.
Quem passa ao lado do Mosteiro da Batalha, usando a Estrada Nacional 1, imaginará que o comboio já ali passou?
Um excerto do livro:
http://ocomboio.net/PDF/046_2007.pdf E ainda:
aqui e
aliBoas Viagens!
Dario Silva.