<?xml version='1.0' encoding='ISO-8859-1'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177</atom:id><lastBuildDate>Fri, 19 Dec 2008 12:13:58 +0000</lastBuildDate><title>Ferrovias e transportes em geral</title><description></description><link>http://blog.maquinistas.org/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (António Alves)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>29</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-4447319676704825555</guid><pubDate>Tue, 09 Dec 2008 22:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-09T22:14:04.106Z</atom:updated><title>No Brasil</title><description>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Fy0kjmW1WjU&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6&amp;amp;border=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Fy0kjmW1WjU&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6&amp;amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/12/no-brasil.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-4364314470132160587</guid><pubDate>Tue, 09 Dec 2008 21:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-09T21:48:17.469Z</atom:updated><title>O propriamente dito Maquinista</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/omaquinista-747678.jpg"&gt;&lt;img style="text-align: left;display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; cursor: pointer; width: 200px; height: 400px; " src="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/omaquinista-747657.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/12/o-propriamente-dito-maquinista.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-3266023742976595238</guid><pubDate>Tue, 25 Nov 2008 09:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-25T09:38:50.053Z</atom:updated><title>Vouga100ANOS</title><description>&lt;object width="425" height="349"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/carpxCb1Hto&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/carpxCb1Hto&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="349"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;(Imagem e Edição de Carlos Araújo)&lt;/span&gt;</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/11/vouga100anos.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-1504555098595960619</guid><pubDate>Sat, 15 Nov 2008 17:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-15T17:53:18.512Z</atom:updated><title>Cem anos, o Vouga</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/f155-795024.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 192px;" src="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/f155-795018.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"Têm início no próximo dia 23, as comemorações do Centenário da Inauguração da Linha do Vouga, no âmbito das quais é promovido um vasto programa de actividades que se prolongam durante um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas comemorações são uma iniciativa da CP, REFER, Fundação do Museu Nacional Ferroviário e das Câmaras Municipais da área de influência da Linha do Vale do Vouga ? Águeda, Albergaria-a-Velha, Aveiro, Espinho, Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira e São João da Madeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Linha do Vouga, que liga Espinho a Aveiro, apresenta uma dinâmica crescente: os comboios movimentaram 383 mil passageiros nos primeiros sete meses de 2008, o que representa um crescimento de 17,5 por cento face a igual período de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O centenário, a importância para as populações abrangidas e o bom desempenho operacional desta linha levaram várias entidades do sector ferroviário e autarquias locais a reunir esforços para o desenvolvimento de diversas iniciativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do programa estabelecido para o próximo dia 23 de Novembro, realizam-se durante os 12 meses seguintes diversas actividades, como uma exposição itinerante nos sete concelhos envolvidos, acções de sensibilização para a segurança ferroviária, viagens promocionais, descontos em passagens e um fórum sobre o futuro da Linha do Vouga e o desenvolvimento regional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os comboios da Linha do Vouga serão decorados com o logótipo das comemorações. Está também prevista a edição de um catálogo da exposição e de um livro sobre o Centenário, e a produção de um jogo alusivo destinado ao público mais jovem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inaugurada por D. Manuel II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Linha do Vouga, no seu primeiro troço (Espinho - Oliveira de Azeméis), foi inaugurada em 23 de Novembro de 1908 por D. Manuel II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de planeada em 1877, só a 23 de Maio de 1901 foi concedida a Frederico Pereira Palha ? ou à companhia por ele organizada ? autorização para construir e explorar um caminho-de-ferro de via reduzida que, partindo de Torredeita, no ramal de Santa Comba Dão a Viseu, se estendesse até Espinho e daí, por Sever do Vouga, até Aveiro, estabelecendo ligação com a Linha do Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1906, a concessão foi transferida de Frederico Pereira Palha para a Compagnie Française pour la Construction et Exploitation des Chemins de Fer à L?Étranger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi esta companhia que, em 21 de Dezembro de 1908, abriu à exploração o troço Espinho - Oliveira de Azeméis, concluindo-se a linha em 5 de Fevereiro de 1914, com a chegada a Bodiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1923, a assembleia-geral desta companhia aprovou a sua nacionalização, dando origem, em 1 de Abril de 1924, à Companhia Portuguesa para a Construção e Exploração dos Caminhos de Ferro do Norte de Portugal, proprietária da Companhia dos Caminhos de Ferro do Vale do Vouga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sequência de um processo global de unificação da exploração ferroviária, a Companhia do Vale do Vouga, a Companhia Nacional e a Companhia da Beira Alta foram integrados na Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À época da sua construção, a Linha do Vouga foi considerada o mais importante investimento naquela região, do ponto de vista social e económico. Com efeito, o transporte de mercadorias era então realizado por via fluvial ? rio Vouga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a obra enfrentou diversas dificuldades, relacionadas com as características geográficas da região, bastante acidentada, o que obrigou à construção de imensas curvas. A linha ficou mesmo conhecida como ?Linha do Vale das Voltas?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta linha, que se desenvolve entre a estação de Espinho-Vouga e Aveiro numa extensão de 96,2 quilómetros, é servida por 13 estações e 32 apeadeiros, e atravessa 33 pontes e três túneis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comemorações arrancam a 23 de Novembro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As comemorações do Centenário da Linha do Vouga iniciam-se no próximo dia 23 de Novembro, em Espinho, pelas 9h00, com o descerramento de uma placa comemorativa na estação, seguida de viagem de comboio até Oliveira de Azeméis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Santa Maria da Feira, com chegada às 10h30, realizar-se-á na Igreja Matriz uma missa promovida pelos ferroviários e diversas actividades de entretenimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelas 12h20, já em São João da Madeira, serão visitadas as obras de requalificação do Centro Coordenador de Transportes, seguindo-se um almoço de confraternização neste local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro dia de comemorações leva-nos, por fim, a Oliveira de Azeméis (14h35) onde será feita a recriação da visita de D. Manuel II a esta cidade. Seguir-se-á um percurso a pé até à nova galeria municipal, palco da inauguração da Exposição do Centenário da Linha do Vale do Vouga (15h15), mostra que percorrerá os sete concelhos servidos pelo caminho-de-ferro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste dia, as viagens nos comboios entre Espinho e Oliveira de Azeméis serão gratuitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 de Novembro de 2008"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: CP, E.P.</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/11/cem-anos-o-vouga.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-1407650277422941280</guid><pubDate>Sat, 11 Oct 2008 13:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-11T14:16:15.498+01:00</atom:updated><title>gato por lebre II</title><description>«Algum tempo após a publicação do meu &lt;a href="http://www.maquinistas.org/pdfs_hos/falacias_do_MOPTC.pdf"&gt;trabalho acima referido&lt;/a&gt;, tive conhecimento que o percurso espanhol entre Madrid e Badajoz, passando por Talavera, Cáceres e Mérida (actualmente com a extensão de 461 Km) deverá ficar mais comprido do que eu previa rondando, agora, os 430 Km; o que vem confirmar a ideia que os espanhóis não estão interessados na muito alta Velocidade, contentando-se - e bem - com a velocidade Elevada e que a Ministra do Fomento chamou de "altas prestaciones" para contento dos pacóvios de cá e de lá.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://caminhosferroaltavelocidade.planetaclix.pt/"&gt;Henrique Oliveira e Sá&lt;/a&gt; confirma &lt;a href="http://www.maquinistas.org/pdfs_hos/falaciasdomoptc2.pdf"&gt;neste texto&lt;/a&gt;, mais uma vez, aquilo que eu &lt;a href="http://www.porto.taf.net/dp/node/4147"&gt;aqui&lt;/a&gt; já tinha alertado. Este facto vem tornar ainda mais imprescindível a ligação Porto-Braga-Vigo. Será a única via de ligação minimamente competitiva à rede ferroviária transeuropeia que restará a esta região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António Alves</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/10/gato-por-lebre-ii.html</link><author>noreply@blogger.com (António Alves)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-4047451767812066817</guid><pubDate>Sat, 13 Sep 2008 20:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-13T21:58:23.771+01:00</atom:updated><title>Um caminho de ferro diferente...</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/f154-751728.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/f154-751724.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;"Em 14 de Outubro de 1874 era inaugurado com pompa e circunstância o "caminho de ferro americano" entre Vila do Conde e Póvoa de Varzim, um novo sistema sobre carris, de tracção animal. Começava então a história de um transporte que se manteve em actividade 60 anos e de grande importância para as populações que servia."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra viagem sobre carris entre Vila do Conde e a Póvoa de Varzim num texto de João Coutinhas e disponível &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://ocomboio.net/PDF/054_2008.pdf"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/09/um-caminho-de-ferro-diferente.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-9011145244257310356</guid><pubDate>Mon, 04 Aug 2008 11:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-04T12:49:36.984+01:00</atom:updated><title>" A Introdução da Ferrovia em Alcobaça"</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times; "&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="96%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="480"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;"A presença de caminho-de-ferro no concelho de Alcobaça&lt;/span&gt; resume-se à Linha do Oeste, que atravessa a zona litoral do concelho desde S. Martinho do Porto a sul até Pataias/Martingança a norte. Trata-se de uma linha de via única, não electrificada e de traçado muito pouco funcional, dada a data da sua construção, ainda em pleno séc. XIX. Não obstante ao esquecimento a que foi votada, a linha foi sobrevivendo mas sempre muito abaixo do seu verdadeiro potencial. De facto, um dos grandes obstáculos é sem dúvida o seu traçado, que dada a altura da sua construção, se encontra completamente desajustado das necessidades actuais. Na região de Alcobaça, a linha do Oeste fica longe dos principais centros urbanos, longe da sua área de abrangência e longe dos seus principais pólos industriais."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 13px;"&gt;A conhecer mais em &lt;a href="http://www.alcobaca.com/comboio/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Alcobaca.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/08/introduo-da-ferrovia-em-alcobaa.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-4450014093298196445</guid><pubDate>Tue, 24 Jun 2008 06:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-24T13:46:24.938+01:00</atom:updated><title>Gato por Lebre II</title><description>&lt;a href="http://sol.sapo.pt/EdicaoImpressa/Confidencial.aspx"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215179340212330466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_P4KYdUL5GIU/SGAJ-o1P3-I/AAAAAAAAAMU/VuRCIEU8pl4/s400/lino_pede_esclarecimentos.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Como qualquer pessoa com alguns conhecimentos sobre caminho-de-ferro já concluíra, tudo indica que a linha Lisboa-Madrid não será em alta velocidade (350 km/h) mas sim em velocidade elevada (250 km/h). Os espanhóis no seu &lt;a href="http://peit.cedex.es/"&gt;plano de infra-estruturas&lt;/a&gt; (PEIT) sempre classificaram a ligação a Lisboa, via Badajoz, como uma linha para tráfego misto. Ora, como não existem linhas para tráfego misto que comportem, por razões técnicas e de manutenção demasiado dispendiosa, comboios de alta velocidade, um silogismo simples concluiria que os espanhóis nunca estiveram interessados em construir um ?TGV? entre Madrid e Lisboa. Aliás, nem sequer é Lisboa que lhes interessa. Interessa-lhes sim valorizar o papel de Badajoz enquanto porta de entrada na Lusitânia e o acesso à face atlântica desta para as suas mercadorias. Só cá é que se convenceram (ou quiseram convencer-nos) que teríamos um ?TGV para nos ligar à Europa?. Segundo os planos do governo, vamos mesmo cair no ridículo de construir duas linhas até Badajoz ( a do ?TGV? e uma para comboios de mercadorias de Sines a Badajoz) e depois todos os comboios, sejam eles de mercadorias ou ?TGV?s?, passarão a circular na mesma via Espanha adentro. Porque é que ainda nenhum deputado (de preferência do Norte) pediu ao governo uma justificação para o facto de sendo a linha do ?TGV? Lisboa-Badajoz para tráfego misto, isto é, para comboios de mercadorias e passageiros, qual é a necessidade de duplicar infra-estruturas construindo uma linha só para mercadorias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora bem, se o ?TGV? Lisboa-Madrid a 350 km/h já seria praticamente inútil para cerca de metade dos portugueses, aqueles que vivem a norte de Coimbra, agora, com velocidades de 250 km/h, ainda pior. Ninguém que viva em Braga estará interessado em descer 350 km/h para sul e depois fazer mais 700 km (200 km para leste e mais 500 km de novo em direcção ao norte) para chegar a Madrid. Se olharem para um mapa repararão facilmente que Madrid se encontra sensivelmente à latitude de Coimbra. Será sempre mais barato ir de avião ou até de automóvel. Mas o tráfego de passageiros nem sequer é a variável mais importante. A variável mais importante é o escoamento das nossas exportações por caminho-de-ferro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sabido que o grosso das exportações portuguesas para a Europa têm origem nas Regiões Centro e Norte. Se nada for feito, e a ligação Lisboa Madrid for a única, que como tudo indica, a ser construída, as exportações destas regiões sofrerão um agravamento de custos pela distância superior e maior consumo de tempo que obrigatoriamente suportarão se tiverem que continuar a utilizar a Linha da Beira Alta que é em bitola ibérica e sem tracção eléctrica a 25 KV do lado espanhol, o que provoca inconvenientes rupturas de carga com as respectivas ineficiências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa região terá que estar muito atenta e exigir terminantemente a construção duma via ferroviária em bitola europeia que a ligue ao eixo estratégico de Salamanca-Vlladolid, seja ela a já quase virtual ligação Aveiro-Salamanca ou a reactivação da ligação pela Linha do Douro. Se esta região não perceber a importância estratégica deste desiderato arrisca-se a ficar ainda mais isolada no contexto ibérico e europeu e exclusivamente dependente da ligação através da Galiza. Que é importante, mas para outras valências que não esta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, no programa ?Antena Aberta? da RTP-N, ouvi o economista Camilo Lourenço dizer que era contra o ?TGV?, mas a única hipótese que admitia, em último caso, seria o ?TGV? Lisboa-Madrid e nunca o Lisboa-Porto. Tenho ouvido esta opinião a muitos plumitivos de Lisboa e até em gente do Norte. Nada mais provincianamente ridículo, principalmente vindo da boca de um economista. Esta posição baseia-se apenas no facto de essa ligação se efectuar entre duas capitais. Se existe ligação minimamente sustentável para um ?TGV?, porque o tráfego que gera será sempre muito superior, é o Lisboa-Porto e não Lisboa-Madrid. Os próprios estudos da &lt;a href="http://www.rave.pt/"&gt;RAVE&lt;/a&gt; o provam. Mas, como ele, eu também sou contra o ?TGV?. Para o transporte de passageiros uma boa rede de ?altas prestaciones? seria suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre este assunto recomendo a leitura de um pertinente &lt;a href="http://www.maquinistas.org/pdfs_hos/falacias_do_MOPTC.pdf"&gt;trabalho&lt;/a&gt; de Henrique Oliveira e Sá publicado no &lt;a href="http://www.maquinistas.org/"&gt;Maquinistas.Org&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/06/gato-por-lebre_24.html</link><author>noreply@blogger.com (António Alves)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_P4KYdUL5GIU/SGAJ-o1P3-I/AAAAAAAAAMU/VuRCIEU8pl4/s72-c/lino_pede_esclarecimentos.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-2207638281523708906</guid><pubDate>Mon, 23 Jun 2008 23:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-24T10:18:06.139+01:00</atom:updated><title>São João em São Bento</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/porto2-720660.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;Porto São Bento São João de Braga e o Comboio&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/06/so-joo-em-so-bento.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-6557391791875356705</guid><pubDate>Sun, 15 Jun 2008 01:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-15T02:01:36.090+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>depois não digam que eu não avisei</category><title>gato por lebre</title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_P4KYdUL5GIU/SFRn37MEdYI/AAAAAAAAALk/KlcsmcyJEqE/s1600-h/peit.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211904879253288322" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_P4KYdUL5GIU/SFRn37MEdYI/AAAAAAAAALk/KlcsmcyJEqE/s400/peit.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;A vermelho são as linhas de alta velocidade exclusivamente para tráfego de passageiros&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Ontem, na secção Economia do &lt;em&gt;Público&lt;/em&gt;, vinha &lt;a href="http://jornal.publico.clix.pt/main.asp?dt=20080614&amp;amp;page=41&amp;amp;c=A"&gt;uma peça do Carlos Cipriano &lt;/a&gt;que talvez tenha passado despercebida. Nela diz-se que a ministra espanhola Magdalena Alvarez, responsável pelo Ministério de Fomento, confirma o atraso no TGV Lisboa-Madrid, admitindo mesmo que não será concluída na presente legislatura, que termina em 2012. A ministra não adianta, inclusivamente, nenhuma data para a sua conclusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma peça, Carlos Cipriano levanta a dúvida sobre o tipo de linha em causa. É que os espanhóis referem-se a esta linha como sendo de ?altas prestaciones?, conceito que para eles implica que seja de tráfego misto e com velocidades em torno dos 220 a 250 km/h, como aliás há muito apresentam no seu famoso &lt;a href="http://peit.cedex.es/"&gt;Plano Espanhol de Infra-estruturas&lt;/a&gt; (PEIT). &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;No mundo da ferrovia sempre se estranhou que em Portugal se falasse na construção duma via ferroviária de alta velocidade (350 km/h) para tráfego misto ? i.e., uma via onde circulassem simultaneamente comboios do tipo TGV e comboios de mercadorias com cargas até 25 toneladas por eixo. Até hoje ainda ninguém, por motivos técnicos e económicos, se meteu em tal aventura. Andam por cá a vender-nos gato por lebre (ando a dizer isto há anos!), ou então o governo português vai mesmo construir uma linha para 350 km/h até Badajoz seguindo os comboios daí para a frente a 250 km/h até Madrid. Sempre poderão dizer que Lisboa tem uma linha de TGV - totalmente inútil, mas essa glória ninguém lha poderão tirar.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Um governo esclarecido preocupar-se-ia menos com TGV, estaria a ultimar um verdadeiro Plano Ferroviário Nacional, que incluisse uma operação - esta sim verdadeiramente estratégica - para a mudança de bitola (da ibérica para a europeia) até 2020, a construção de uma rede de velocidade elevada (220 km/h) que levasse o comboio a todas as capitais de distrito e permitisse o escoamento das nossas exportações pelo caminho-de-ferro. Neste campo a ligação ao nó estratégico de Medina Del Campo é fundamental. Mas isto seria num país a sério. Não no país do Sócrates, do Lello e da bola scolarica.&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/06/gato-por-lebre.html</link><author>noreply@blogger.com (António Alves)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_P4KYdUL5GIU/SFRn37MEdYI/AAAAAAAAALk/KlcsmcyJEqE/s72-c/peit.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-1656535861113747073</guid><pubDate>Sat, 31 May 2008 23:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-01T00:44:22.591+01:00</atom:updated><title>O Douro não existe</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/odouro_15-764999.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/odouro_15-764989.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;Sem o Comboio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;31 de Maio de 2008.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/06/o-douro-no-existe.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-6951786863729416972</guid><pubDate>Fri, 30 May 2008 02:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-30T04:10:32.942+01:00</atom:updated><title>O Alentejo é lindo</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/evoraestremoz-761971.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/evoraestremoz-761956.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;(tal como visto por um minhoto)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/05/o-alentejo-lindo.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-5942391050991832237</guid><pubDate>Wed, 21 May 2008 19:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-21T20:52:16.463+01:00</atom:updated><title>Fotos da Linha do Tua</title><description>Em Portugal, existem poucos locais com aquela beleza, sendo difícil descrever, por palavras, os cerca de 54 quilómetros de via férrea, que separam Mirandela da foz do Tua, pois é uma experiência inesquecível, que fica na memória de qualquer visitante e com o desejo de um dia lá voltar. Para se ter uma ideia da beleza ao longo deste itinerário, podem-se ver as fotos no seguinte ?site?:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a abertura da nova janela tentar premir em ?apresentação de slides? e para ver fotos no ecrã inteiro basta seleccionar, em cima, View (Ver) e de seguida, Full Screen (Ecrã inteiro) ou a tecla F11. A visualização das fotos demorará cerca de 1 minuto e meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://picasaweb.google.pt/rodrigues.rui1/LinhaDoTua03?authkey=rk1Bwb8VOgY" target="_blank"&gt;http://picasaweb.google.pt/rodrigues.rui1/LinhaDoTua03?authkey=rk1Bwb8VOgY&lt;/a&gt; (Duplo clique para ver fotos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rui Rodrigues</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/05/fotos-da-linha-do-tua.html</link><author>noreply@blogger.com (António Alves)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-609153287278601350</guid><pubDate>Fri, 28 Mar 2008 21:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-28T21:57:48.048Z</atom:updated><title>O número 500</title><description>Quinhentos é o número de cidadãos que subscreveram a petição a favor da Linha do Tua 24 horas após o seu &lt;a href="http://www.petitiononline.com/tuaviva/petition.html"&gt;lançamento online (link)&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;O Movimento Cívico Pela Linha do Tua dá a voz e o rosto por todos aqueles (muitos, cada vez mais) acreditam num Vale do Tua com Caminho de Ferro no seu âmago, um Caminho de Ferro antigo, ancestral, bruto, cravado na rocha como só a vizinha Linha do Douro pode testemunhar e condescender.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E porque os comboios não sabem nadar, e para que, pela primeira vez na história recente de Portugal e dos 151 anos do seu Caminho de Ferro, não se afogue uma via férrea em nome do "desenvolvimento", assine a petição.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais tarde será tarde demais. A incursão subaquática da Linha do Tua será irreversível.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É legítimo afogar um monumento de dimensão nacional?...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dario Silva&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/03/o-nmero-500.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-7500464122575328373</guid><pubDate>Fri, 22 Feb 2008 22:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-22T22:27:12.888Z</atom:updated><title>Braga-Porto em 40 minutos</title><description>Caro amigo (a)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente está recordado da petição online "CP - Braga Porto 40 minutos" , na qual agradecemos a sua participação. Queremos aproveitar o momento para o informar da sequência que estamos a este assunto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMISSÃO DE CLIENTES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 31 de Janeiro realizou-se uma reunião geral com algumas dezenas de clientes da linha Braga-Porto, na presença de alguns órgãos de comunicação social. Foi aprovada por unanimidade a criação de uma Comissão de Clientes. Desde então, esta Comissão tem vindo a trabalhar no sentido de criar uma "pró-associação", que represente uma forma mais evoluída de organização e um instrumento mais capaz de representar os clientes da CP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PETIÇÃO ONLINE + REUNIÃO CP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que, já subscreveram a petição online mais de 650 pessoas, julgamos ser oportuno apresentar as primeiras reivindicações à CP e à REFER, numa reunião a realizar em breve, na qual se pretende discutir as alterações aos horários. Já foi enviado um ofício a solicitar reunião, que inclui os dados e sugestões reunidos na petição. Aguardamos resposta da CP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONTACTOS INSTITUCIONAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também já foram enviadas cartas a solicitar o apoio das seguintes entidades: Câmaras Municipais de Braga, V. N. Famalicão, Trofa, Valongo e Porto; Governo Civil de Braga; Instituto de Defesa do Consumidor; Região de Turismo de Verde Minho; Universidade do Minho; Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PETIÇÃO EM PAPEL. ASSINE P.F.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Face à enorme adesão e à necessidade de formalizarmos, com rigor, as reivindicações em causa, está a decorrer a Petição em formato de papel. Imprima o ficheiro em anexo e assine, igualmente, este documento! Peça a familiares e amigos que se juntem a esta causa! Depois é só entregar as assinaturas recolhidas, numas das bilheteiras das estações de Braga ou V.N. Famalicão ou, ainda, no Gabinete de Apoio ao Cliente no Porto (S. Bento), impreterivelmente até 28 de Março próximo.&lt;br /&gt;Esta última petição será formalmente apresentada às seguintes instituições: CP, REFER, Assembleia da República, Presidência da República e Governo na pessoa do Senhor 1º Ministro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JUNTE-SE A NÓS!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participe activamente nesta causa que também é sua! Entre em contacto com a Comissão através do email &lt;a href="mailto:comissao-bragaporto@googlegroups.com" target="_blank"&gt;comissao-bragaporto@googlegroups.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuaremos a dar-lhe noticias sobre a evolução deste assunto no blog &lt;a href="http://bragaporto40minutos.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://bragaporto40minutos.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado pela sua disponibilidade.&lt;br /&gt;Com os nossos melhores cumprimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela Comissão de Clientes,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paula Silva (Grupo de Relações Públicas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.maquinistas.org/alves/Peticao%20Braga-Porto%2040%20minutos.pdf"&gt;Petição em papel&lt;/a&gt;</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/02/braga-porto-em-40-minutos.html</link><author>noreply@blogger.com (António Alves)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-2821138008072883730</guid><pubDate>Fri, 22 Feb 2008 17:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-22T18:05:44.774Z</atom:updated><title>Portlaiose</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/portlaoise-732709.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/portlaoise-732703.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.transport21.ie/PROJECTS/HEAVY_RAIL/Portlaoise_Train_Care_Depot.html"&gt;"The current international trend towards the use of high specification intercity and regional railcars requires a high standard of maintenance facility to ensure the reliability of the fleet. These facilities are capable of delivering unparalleled reliability in a very cost effective way with dedicated teams."&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Irlanda começa agora a apostar fortemente no seu caminho de ferro, e isto apesar de a Irish Railways ter aumentado o seu tráfego de passageiros em 23% nos anos de 2006 e 2007. Notável atendendo ao arcaísmo de alguns comboios que ainda por lá circulam... (arcaicos mas bem povoados, é certo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dario Silva.&lt;br /&gt;22FEV2008</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/02/portlaiose.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-6323054769585686691</guid><pubDate>Sat, 16 Feb 2008 19:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-16T20:03:23.109Z</atom:updated><title>Estação Central de Lisboa</title><description>&lt;div style="text-align: center; font-family: verdana;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/tunel_rossio_2-715095.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/tunel_rossio_2-715086.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ao Rossio chegou hoje um comboio inaugural conduzido pela maquinista Cecília Barros.&lt;br /&gt;O túnel do Rossio e a respectiva estação-monumento regressam hoje ao serviço de milhares e milhares de portugueses e visitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dario Silva, Lisboa 16 de Fevereiro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/02/estao-central-de-lisboa.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-3838133665457888288</guid><pubDate>Sun, 10 Feb 2008 00:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-10T02:40:05.134Z</atom:updated><title>Linha do Tua, património por classificar</title><description>&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/A8sbWcaOexQ&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/A8sbWcaOexQ&amp;amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Mirandela é o centro de um mundo chamado Trás-os-Montes a que acede, desde 1887, subindo as águas de um rio indómito.&lt;div&gt;Não de barco mas de comboio se sobe o rio Tua e não há outra forma de o fazer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A viagem nunca foi veloz também porque a velocidade é inimiga da perfeição. E se houvesse duas vias férreas que em Portugal se quedassem para objecto de contemplação, a Linha do Tua seria a justa coadjuvante da Linha do Douro (outro monumento por classificar).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há monumentos que não vêm nos livros: não cabem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É preciso ir mesmo viajar neles.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dario Silva.&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/02/linha-do-tua-patrimnio-por-classificar.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-4626685060181611642</guid><pubDate>Mon, 28 Jan 2008 16:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-28T16:52:57.884Z</atom:updated><title>O Comboio do rio Tua</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/comboio_do_tua-705540.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/comboio_do_tua-705529.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Comboio voltou hoje a ligar Mirandela ao mundo pela foz do rio Tua.&lt;br /&gt;Parabéns!&lt;br /&gt;Boa viagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dario Silva, Mirandela.&lt;br /&gt;28 de Janeiro de 2008</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/01/o-comboio-do-rio-tua.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-9122228879437550564</guid><pubDate>Tue, 22 Jan 2008 23:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-09T18:41:46.001+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Segurança Cidadania Iliteracia</category><title>O Quotidiano</title><description>&lt;div style="text-align: left; font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/todos-os-dias-789152.jpg" style="text-decoration: none; font-family: verdana;"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; text-align: left; text-decoration: underline; display: block; cursor: pointer;" src="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/todos-os-dias-789146.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;span   class="Apple-style-span" style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Mais do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:85%;"&gt;Ainda ontem perdeu a vida mais um ser humano à passagem (dela) e do comboio pela Estação da Granja. Eram volvidos poucos minutos das sete da manhã.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:85%;"&gt;A confusão do costume, o silencioso drama de quem contempla, compelido, o drama que se aproxima a não sei metros por segundo, parar centenas de metros depois, parar toda a gente e o mundo deixa de existir durante os sessenta minutos seguintes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O credo na boca e o coração nas mãos. É um afazer diário, apenas latente, no pensamento de quem vai lá na frente - o maquinista. Como meu pai e todos os companheiros de 33 anos sobre carris.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A segurança de todos requer a participação de todos e já hoje, frente ao oceano, não longe do sítio onde ontem todos esperaram, o português comum faz o seu passeio de fim de tarde.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pela linha é mais perto e, se vier um comboio, o português comum há-de desviar-se porque ele é cuidadoso e estas coisas só acontecem aos outros. &lt;a href="http://ocomboio.net/PDF/refer/refer-brevis_mar2006-online.pdf"&gt;Ver para crer?&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dario Silva a 22 de Janeiro de 2008 (podia escrever isto noutro dia qualquer)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/cortar-a-vedacao-porque-a-minha-horta-fica-do-outro-lado-da-linha-728411.jpg" alt="" style="margin: 0px 10px 10px 0px; text-align: left; float: left; cursor: pointer;" border="0" /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Adenda:&lt;/span&gt; lá fora não é muito diferente, &lt;a href="http://www.trackoff.org/photofile.htm#rc"&gt;confira&lt;/a&gt;. Algumas imagens podem causar incómodo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/01/todos-os-dias-diariamente.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-5418938744840930769</guid><pubDate>Mon, 14 Jan 2008 20:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-14T20:53:00.262Z</atom:updated><title>Integrar o Aeroporto Sá Carneiro na LVE Porto-Vigo através da Linha de leixões</title><description>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;As grandes vantagens desta proposta são não pôr em causa o objectivo de ligar Porto a Vigo em 60 minutos, a facilidade de construção e o baixo custo financeiro. Esta ligação será sempre muitíssimo mais barata que uma solução em túnel e com prazos de construção incomparavelmente menores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António Alves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.maquinistas,org/alves/asc_via_leixoes.pdf"&gt;clique para ler&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.maquinistas.org/alves/asc_via_leixoes.pdf" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;</description><link>http://blog.maquinistas.org/2008/01/integrar-o-aeroporto-s-carneiro-na-lve.html</link><author>noreply@blogger.com (António Alves)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-7443300818575903260</guid><pubDate>Fri, 14 Dec 2007 23:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-14T20:55:51.276Z</atom:updated><title>Redundância</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.porto.taf.net/dp/files/20071211-metro.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.porto.taf.net/dp/files/20071211-metro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_P4KYdUL5GIU/R18FkLpHixI/AAAAAAAAAEI/biSakqxmTPE/s1600-h/metro_sra_da_hora.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;Traçado a vermelho&lt;/span&gt; - Linha Vermelha do Metro.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,102,0)"&gt;Traçado a verde escuro&lt;/span&gt; - Linha Verde do Metro.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,204,0)"&gt;Traçado a amarelo&lt;/span&gt; - Linha Amarela do Metro.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,204,0)"&gt;Traçado a amarelo pontilhado&lt;/span&gt; - Prolongamento projectado da Linha Amarela do Metro em direcção à Maia.&lt;br /&gt;Traçado a branco - Linha Senhora da Hora - São Mamede - HSJ (em túnel) sugerida pela FEUP.&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(51,255,51)"&gt;Traçado a verde claro&lt;/span&gt; - Linha de Leixões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;No &lt;a href="http://jn.sapo.pt/2007/12/11/porto/quatro_ligacoes_novas_e_linha_amarel.html"&gt;JN&lt;/a&gt; do passado dia 11 de Dezembro de 2007, abordou-se um estudo que a &lt;a href="http://www.fe.up.pt/"&gt;FEUP&lt;/a&gt; apresentou no dia seguinte e que continha um conjunto de sugestões para a segunda fase da rede de metro. Essas sugestões confirmam uma linha que há tempos atrás já tinha sido avançada por responsáveis do Partido Socialista. É uma linha em túnel da Senhora da Hora ao Hospital de S. João via São Mamede Infesta (o traçado branco na imagem). A mim essa linha parece-me redundante, um desperdício de recursos e uma duplicação desnecessária de infraestruturas. Devia-se antes estar a pensar na reintrodução do serviço de passageiros na Linha de Leixões (traçado verde claro) que, como podem observar na imagem, se cruza várias vezes com a rede de metro. Esta linha, que liga de modo contínuo a Estação de S. Bento a Matosinhos, reabilitada para o serviço de passageiros e a funcionar em intermodalidade com o Metro, tornaria desnecessária a construção da nova linha sugerida. Em vez de se gastar vários milhões numa nova linha em túnel seria mais racional reaproveitar o que já existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo que se também lê no citado jornal, o estudo insiste na Linha da Boavista, embora aqui abra espaço para o canal Campo Alegre. A persistir a solução Boavista, em conjunto com a nova Linha Sª da Hora - HSJ, parece-me um estudo com sugestões salomónicas: uma Linha para os autarcas do PS (Sª da Hora - HSJ) , outra para o doutor Rui Rio (Linha da Boavista). Ficamos todos satisfeitos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta da linha circular interna é excelente e deverá ser forçosamente para levar para a frente. Adivinham-se muitas batalhas até isso ser conseguido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António Alves</description><link>http://blog.maquinistas.org/2007/12/traado-vermelho-linha-vermelha-do-metro.html</link><author>noreply@blogger.com (António Alves)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-7234334259045213947</guid><pubDate>Mon, 10 Dec 2007 00:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-12-11T01:08:51.866Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Douro Espanha</category><title>Pela Linha do Douro vinte e oito municípios</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/linhadodouro-742291.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/linhadodouro-742286.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Do Porto e Gaia até Freixo de Espada-à-Cinta e Figueira de Castelo Rodrigo, são 28 os municípios que constituem a Comissão de Revitalização da Linha do Douro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Ontem, 9 de Novembro de 2007, e 120 anos depois de o comboio vencer o rio, promoveu esta Comissão um encontro de vontades e intenções em Barca d'Alva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Duas décadas após a suspensão do tráfego ferroviário entre o Pocinho e Barca d'Alva, a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;Comissão de Revitalização da Linha do Douro&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; promoveu uma Convenção em Barca d'Alva que, acto notável, teve o mérito de congregar diferentes sensibilidades políticas em torno do Caminho de Ferro.&lt;br /&gt;O acontecimento, aberto ao público, constituiu o primeiro passo trans-municipal que, a uma só voz, advoga a reabertura dos últimos 28 km da Linha do Douro em território português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comissão expõe os seus argumentos na &lt;a style="color: rgb(255, 153, 0); font-weight: bold;" href="http://www.linhadodouro.com"&gt;LINHADODOURO&lt;/a&gt; onde todos os cidadãos são convidados a subscrever a &lt;a style="font-weight: bold; color: rgb(255, 153, 0);" href="http://www.petitiononline.com/ldouro/petition.html"&gt;petição pela revitalização da Linha.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns a todos aqueles que, em grande número, se congregaram ontem em Barca d'Alva a favor do caminho de ferro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dario Silva.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://blog.maquinistas.org/2007/12/pela-linha-do-douro-vinte-e-oito.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-2425063011252185536</guid><pubDate>Sun, 09 Dec 2007 17:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-12-09T17:56:48.765Z</atom:updated><title>Em Barca d'Alva há 120 anos</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/b_alva_AA2_1317-746088.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://blog.maquinistas.org/uploaded_images/b_alva_AA2_1317-746085.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Chegava o Comboio, personificando a coragem de uns, o arrojo de outros e a esperança de muitos.&lt;br /&gt;Foi há 120 anos e hoje, em Barca d'Alva, discute-se o futuro, personificado n'um Comboio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dario Silva, outrora passageiro embarcado em Barca d'Alva.</description><link>http://blog.maquinistas.org/2007/12/em-barca-dalva-h-120-anos.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7049920976440948177.post-8777500496796475272</guid><pubDate>Tue, 04 Dec 2007 18:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-12-04T18:14:48.220Z</atom:updated><title>O Caminho de Ferro Mineiro do Lena</title><description>Herlander Eleutério da Silva tem 80 anos e publica agora o seu primeiro livro;&lt;br /&gt;"O Couto Mineiro do Lena" fala (também) de um pequeno caminho de ferro mineiro que existiu algures num Portugal distante e longíquo.&lt;br /&gt;Quem passa ao lado do Mosteiro da Batalha, usando a Estrada Nacional 1, imaginará que o comboio já ali passou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um excerto do livro:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ocomboio.net/PDF/046_2007.pdf "&gt;http://ocomboio.net/PDF/046_2007.pdf &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornaldabatalha.pt/?lop=conteudo&amp;op=f73b76ce8949fe29bf2a537cfa420e8f&amp;id=44e65d3e9bc2f88b2b3d566de51a5381&amp;drops%5Bdrop_edicao%5D=6"&gt;aqui&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;e &lt;a href="http://www.cincup.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=580&amp;Itemid=28"&gt;ali&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boas Viagens!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dario Silva.</description><link>http://blog.maquinistas.org/2007/12/o-caminho-de-ferro-mineiro-do-lena.html</link><author>dario@ocomboio.net (Dario Silva)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>